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28/04/2012
Pai Nosso da Mente
Seguidor, Músico, cantor, compositor, escritor, ator e roteirista de dois filmes inéditos.
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Raul Seixas | Raulzito e a Metamorfose da Vida
Raulzito e a Metamorfose da Vida  

O ano é 1945. O ano que soltaram a bomba atômica. Foi no dia 28 de junho que Raul Santos Seixas chegou neste planeta. Filho de Dona Maria Eugênia Santos Seixas com o engenheiro ferroviário Raul Varella Seixas, nascido na capital da Bahia, Salvador.

A vasta biblioteca do pai foi seu brinquedo preferido. Daí veio seu gosto pela literatura. Raulzito vivia trancado no quarto lendo o Livro dos Porquês ou inventando histórias fantasiosas que, transformados em gibis desenhados pelo próprio Raul, eram vendidos ao irmão Plínio.

Eu tinha dois ideais: ser cantor ou ser escritor. Esses dois ideais seguiram comigo paralelamente durante toda minha formação, que são a música e a literatura.
 
Em 1957, a família Seixas muda-se para uma casa vizinha ao consulado norte-americano. Ali, Raul teve contato com os garotos do consulado, que lhe emprestaram uns discos de Elvis Presley, Little Richard, Chuck Berry...

Eu ouvia os discos de Elvis Presley até estragar os sulcos. O rock era como uma chave que abriria minhas portas que viviam fechadas. O rock era muito mais que uma dança pra mim, era todo um jeito de ser.  Eu era o próprio rock. Eu era James Dean, o Rebel Without a Cause. Eu era Elvis Presley quando andava e penteava o topete. Eu era alvo de risos, gracinhas, claro. Eu tinha assumido uma maneira de vestir, falar e agir, que ninguém conhecia. Lá na Bahia eu estava na frente de todos em matéria do que estava acontecendo no mundo, com relação à música. Claro que eu não tinha consciência da mudança social que o rock implicava. Eu achava que os jovens iam dominar o mundo.
 
A escola foi ficando de lado. Raul preferia ficar na loja Cantinho da Música, curtindo o rock que chegava.

Eu era um fracasso na escola. A escola não me dizia nada do que eu queria saber. Tudo o que eu aprendia era nos livros, em casa ou na rua. Repeti cinco vezes a 2ª série do ginásio. Nunca aprendi nada na escola... Minto. Aprendi a odiá-la.

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