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28/04/2012
Pai Nosso da Mente
Seguidor, Músico, cantor, compositor, escritor, ator e roteirista de dois filmes inéditos.
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Imprensa | Lançamentos de Livros
Lançamentos de Livros  

Billy Seixas Lança mais um Livro

O Diálogo com Raul Seixas

Eu Sou Gita Sobre a Sociedade Alternativa

Ao abrir o Baú de minha história para refletir sobre tudo o que já havia feito em minha trajetória ouvi uma voz suave sussurrando em meus ouvidos:

_ “Não sou a presa, nem o tubarão e nem me prendo a nada. Não sou definido nem estou para se definir como um livro de antemão. Não sou ausência composta de solidão nem menos companhia e aperto de mão”.

Mestre! É você por aqui, mestre? Que bom que veio preciso mesmo de ti meu guru. Ergueu a sua mão direita e com um olhar repreensor continuou dizendo:

_ “Não sou de todos, nem estou em todos, mas, posso ser e estar na solidão daquele que não me conhece. Não Sou a paz, nem a tranquilidade porque estou na inconstância da mocidade”.
Mestre de quem são essas palavras? Continuou dizendo ignorando a minha pergunta:

_ “Pedra de ouro de tolo, carne de coração sem dono, corpo de carne que cria máquinas, amor sem paixão. Eu sou o aperto dos sinceros abraços, a beleza dos mais belos sorrisos, Eu sou a força em tom ânimo, a alegria e bom humor sem discrição, o riso sarcasmo do membro da justiça humana.

Eu sou o coice regredido da preguiça daquele que gosta de dormir sem sono”.
Isso é a manifestação de Gita na Sociedade Alternativa. Preciso saber mais sobre isso mestre. Eis aqui o seu humilde servo. Nesse momento ele levanta as duas mãos e diz:

_ “Eu sou o som tridente da música mais alta e o mais doce silêncio do som quântico da música suave de um pequeno violino. Serei o que você fizer de mim dentro de você como quiser. Mas, só poderá fazer isso quando eu quiser. Não me limito por você nem por ninguém. Não sou cruel com a sua vontade nem frio e infiel comigo mesmo! Serei sempre o que vale a pena por você e deixo se matar por si só, aquele que não quer valer viver comigo como Sou”.

Mestre de que morte você se refere? Virou-se de costa e simplesmente continuou pregando as suas designadas palavras:
_ “Eu sou o que você nunca vai saber, porque me entender não é uma questão de mórbida inteligência ou de um mórbido poder humano. Eu sou sensível àquele que me senti em seu corpo e que me deixa entrar em contato com o que pode Ser sobre a luz do sol da noite em um novo aeon”.

Enquanto falava essas penúltimas frases, deu meia volta e com sua suave mão posta sobre a minha boca terminou dizendo:
_ “Eu sou e posso ser a morte e qualquer coisa além da vida. Pois, tudo depende de mim porque Eu sou os valores que estão por detrás de quem me vê em minha invisibilidade incognoscível”!
Assim, saindo entre as paredes desapareceu como uma nuvem de fumaça.

Domingo de Madrugada
Escrevendo sentado sobre a cadeira do gabinete e consumido pelo silêncio da madrugada de domingo, quando de repente uma suave e agradável energia toma o ambiente me envolvendo ao cume do êxtase dimensional de uma cultura saber não comum, me deparei com uma figura não conhecida até o momento. Sem barbas e com uma harpa em mãos soava um cântico leve, delicado e divino.

Parecia um anjo predestinado a apaziguar ao rei de suas perturbações noturnas. Mas logo pude notar que aquela figura não era um apaziguador de ninguém e sim um castigo divino de sua própria personalidade.
  Seu hino soando sobre a beleza de sua voz dizia:
 _ “O discípulo está sempre em meu coração e eu estou sempre no coração do discípulo. O discípulo não conhece nada além de mim e da cultura saber e eu também não posso me esquecer de ti. Há uma relação muito íntima entre mim e meu único e fiel discípulo. O Discípulo puro em conhecimento pleno da Cultura Saber nunca está fora do contato direto espiritual e por isso me é muito querido”.

 Logo a harpa desapareceu de suas mãos e sua expressão que era tão doce ficou com um aspecto áspero e com tom de revolta e em seu rosto tinha barbas e então pude saber de quem se tratava. Sem me deixar dar uma só palavra de agradecimento disse-me:
_ “Não sou um livro para ser alcançado de antemão numa prateleira. Não me do o direito de me prender a nada que me defina como isso ou aquilo, porque sou metamorfose constante em sua carne, apesar dela durar pouco tempo. Eu não me reconheço em minhas fantasias criadas pelos meus fantasmas, quando revestido de homem”.

Mestre que bom vê-lo novamente...
_ “Eu Sou a companhia mais fiel que você já teve, mas posso ser sua lembrança e sua solidão dos teus dias que já foram úteis e que não voltam mais. Eu Sou a Tranquilidade em sua meditação e inconstância em seu coração, pedra de mármore e coração de aço”.
Mas me sinto bem em representa-lo.

_ “Sou abraços sem corpo, sorrisos sem dentes, ânimo sem personagens, bom humor sem motivos, sarcasmo por opção, preguiça e sono sem colchão. Rock e música alta sem instrumentos e silêncio em meio à multidão”.

Mas mestre a sociedade te adora eu só preciso aprender mais sobre como representa-lo de uma forma mais adequada. Peço que me ajude a...

_ “Serei o que você quiser em mim dentro de você, mas só quando eu quiser. Não me limito a sua vontade, não sou cruel comigo mesmo, porque sei que estou em você! Serei sempre apego pelo amor em seu espírito e desapego pelo que não vale a pena e desprezo o que não quer valer sobre o poder do novo Aeon”.

Mas mestre ajuda-me como fazer isso...
_ “Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir minha ausência mediante os teus olhos, de entrar em contato com aquilo que Sou em você por mim. Porque Eu Sou VOCÊ”.

VOTENA ENQUETE

Billy Seixas O Discípulo de Raul Seixas

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