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28/04/2012
Pai Nosso da Mente
Seguidor, Músico, cantor, compositor, escritor, ator e roteirista de dois filmes inéditos.
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O Mestre e o Discípulo

Saindo livremente sem passaporte, com a minha mente, estive com o Mestre num lugar diferente, o qual nunca tivera antes. Ele estava sentado em uma cadeira verde. Uma coisa totalmente composta de capim, que me parecia ser feita artesanalmente, por mãos mágicas, mediante tanta beleza.

Era muito linda e diferente de qualquer concepção que você puder fazer em comparação com as que temos aqui na terra, neste mundo tridimensional.
Cintilava um verde esmeralda, e o Mestre balançando sobre ela, me passava um ar de quem estava vivendo um lindo momento mágico, em sua eterna sabedoria.

Seus olhos me olhavam como se quisesse me dizer algo, me ensinando a lição oculta daquele momento tão raro. Senti-me como o próprio Mestre, por ter, imediatamente, me polarizado em seu cintilante olhar de sábia experiência, insubstituível.

Meu corpo parecia voar, enquanto que minha mente concentrava-se em cada gesto que o Mestre fazia. Pois, a força da minha mente, compenetrava a velocidade de seu pensar, e, a minha consciência, parecia ser a própria consciência do Mestre, que sobre mim, e mediante a magia daquele especial momento, atuava para o bem da Sociedade Alternativa, desde há dez mil anos atrás.

Essa misteriosa força que cintilava, envolvendo-me sobre essa fértil nostalgia, alimentava-me em espírito, e, enriquecia-me com sua grandiosa experiência, de muitos aeons. Mas, de repente, quando olho para o Mestre, em sua especial dimensão, vejo que havia se virado de lado e, não olhava mais em meus olhos, de um aprendiz, curioso.

Logo em seguida, percebi uma leve mudança no comportamento do Mestre e não pude entender o por quê. Pois, antes de abrir um portal de uma dimensão elevada, ele já sabia de antemão, o que se apresentaria diante dos meus olhos de simples mortal.

Na seqüência da mágica manifestação do Mestre, ao seu lado direito, numa distância de uns cem metros, havia um lugar macabro que vinha se abrindo no espaço, de forma misteriosa que assustaria a quem quer que seja. Ele olhava tristemente com muita pena das pessoas que ali estavam.

Essas sofriam de horríveis dores; gemiam, gritavam, choravam como se um fogo invisível invadisse na mente, no corpo e na alma de cada um que ali estava para o seu delírio.
Havia muita dor. Simplesmente alarmante.

Com pena daquele povo, resolvi perguntar ao Mestre, quem eram aquelas pessoas que sofriam tanto, e, por que, do sofrimento.
Mestre são os povos inocentes, puros e bestas?
Ele fez gesto afirmando com a cabeça dizendo que não. Não eram os povos inocentes, puros e bestas.

Então são os povos que fazem guerras, Mestre?
Afirmou também dizendo que não.
Então são os ignorantes, Wotan?

Também afirmou que não eram os ignorantes!
Oh! Mestre! Tire-me dessa agonia, por favor! Então quem são essas pessoas?
Respondeu-me com palavras suaves. Senti doçura em suas belas palavras quando se virou para mim dizendo:

_ “Essas pessoas, infelizmente, são aquelas que conheceram os segredos herméticos da vida e da morte. Conheceram a beleza da mente, porém, não conseguiram o equilíbrio necessário para se manterem sobre a civilização em sua época. Pessoas que, uma vez que conheceram a verdade, e, não puderam viver sobre a mesma, não aceitando o sistema em cada calcanhar, se revoltaram contra, e, tiveram suas vidas ceifadas por causa do monstro alienador”!

Oh! Mestre! Sinto muito por elas, mas e agora, o que poderá ser feito?

_ “Nada! Simplesmente nada, porque tudo está sobre a contagem de um curto período que nos é dado. Isso na verdade, não existe é apenas uma demonstração das frustrações das pessoas que lutam contra o sistema para o bem de Todos na Sociedade Alternativa”.

_ “Você, meu Discípulo, está vivendo num bom período, porque não é perseguido pelo monstro devastador. É tudo free em sua época. Aproveite e escreva tudo o que te passo, porque essa é a única forma para obtermos, com direito adquiro, a nossa liberdade consubstanciada como seria na Cidade das Estrelas. Meu amigo inimigo (PC), nunca teve coragem de enfrentar o monstro, e agora, faz parceria com ele”.

De quem você está falando Mestre Cobra?
_ “Sim, sim...! É melhor você nem saber...! Diga,... Alguém ai e pronto. O público saberá compreender nossa língua”.

Ta legal. Eu não me importo quanto ao nome.
Tudo desapareceu misteriosamente da minha frente, e em questão de segundos, estava eu no meu corpo de Discípulo, obediente, aqui na terra, um tanto assustado.

Porra! Que viagem extraordinária...

Livro: O Diálogo com Raul Seixas

 
 
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