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28/04/2012
Pai Nosso da Mente
Seguidor, Músico, cantor, compositor, escritor, ator e roteirista de dois filmes inéditos.
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29/03/2013 - Espiritualidade
Companheira Fiel
Uma deusa de longa distancia a companheira mais fiel dos desejos do homem dos ancestrais e das noites de suas realizações. Embora vivemos no presente momento, vidas separadas, alianças com outros corpos e responsabilidades assumidas pelas nossas juras momentâneas, e, mesmo assim, nunca nos deixaremos.

A vida tem-se revelado sábia e perfeita sobre as nossas reais existências em outros mundos distantes. A nossa compreensão sobre a beleza do amor transcende épocas e mundos. Os deuses vêm nos revelando cada dia, os segredos mágicos de viver em dois âmbitos peculiares, prometidos para a permanência e o reconhecimento dos ancestrais marcados no astral da eternidade.

Havia em seu quintal, um lago enorme, tomava conta de todo o quintal. Estávamos a sóis e ao Ar Livre, mergulhávamos como um lindo casal de jacarés. Comunicávamos por intuição na mente e entediamos um ao outro com muita facilidade intuitiva (coisa de alma velha).
A noite estava linda! Uma beleza única, muito calma, o céu cheio de estrelas e astros, a lua iluminava a nossa face enobrecendo o encanto da nossa noite e sobre o lado direito do lago, havia lindas borboletas azuis sobrevoando sobre o efeito mágico do nosso amor no auge inevitável da energia em suma existência.

Ziza começou a fazer um circulo mágico a minha volta. Estávamos no meio do lago e suavemente rodeava todo o lago. Fez isso por nove vezes consecutivas cantando o mantran Berlellin, Entoando-o como a deusa da lua da antiga Grécia. Beleza Doce da bruxa do amor.
Seus movimentos eram sensuais e perfeitos intensos tão sutis e delicados como os das lindas borboletas azuis.

O seu olhar morteiro, doce e cativante, conectado pela mesma força me prendia aos seus mágicos encantos da noite tão especial que nos foi reservada, pelos deuses, guardiões das nossas magias.
Nadávamos trocando os olhares e nos atraíamos um ao outro.
A força mágica que nos envolvia era tão forte e gostosa que não podíamos se quer tirar os olhos um do outro.

Estávamos tão decididos, concentrados e desejando fazer o que almejávamos que nada mudaria a intensidade dos nossos olhares.
Sentíamos tudo a nossa volta e podíamos ver e saber sobre tudo, sem mesmo olhar ao lado. A força dos elementos da natureza e o nosso desejo intuitivo, junto com a magia sexual, conectaram-se na mesma oração sonora da noite e o doce poder da nossa vontade, foi consumado com a presença dos astros celeste do amor o qual nos fez radiantes.

Sua voz era branda e muito delicada.
A magia de sua voz criava uma cortina de energia azul claro nos envolvendo num seguido ritual, onde Ziza levitava com os braços voltados para mim e me erguia com ela aproximadamente a uns dez metros acima da água. Depois descemos suavemente e já no chão, na beira da água, fizemos um ritual de magia sexual.
A Posição 69, onde ela me tocava de forma bem delicada e gostosa com uma troca recíproca de muito afeto e carinho, numa sintonia harmoniosa indescritível.

Desde o começo dessa gostosa experiência estávamos nus e decididos a realizar nossas experiências.
E, guardando as energias, “sem derramar o sêmen” ela se levantou levemente e deitou-se ao contrário de mim, sobre o oásis quente da terra. Colocando as solas dos seus pés sobre os meus, meditamos e trocamos as nossas energias e flutuávamos novamente.

Depois dessa concentração apareceu outro circulo mágico sobre os nossos corpos que nos envolveu levitando-nos ao cume do lago, de onde víamos o sol da noite que veio nos trazer a luz.

Assim, mudando a posição, para o estilo “flor de lótus”, usando da força do sexo, onde Ziza estava sentada sobre mim e me beijava bem suave, (beijo este, que não dá para descrevê-lo), prosseguimos levitando, “sentados um sobre o outro”, fomos para o centro do lago. Nesse momento, levantaram-se as águas e como um caracol mágico de cor azul e branco (âmbar), a nossa volta, manteve-se erguida à cerca de cinco metros de altura, nos envolvendo ainda mais.

Ouvindo o som das águas que era tão lindo e perfeito, como se fosse o hino do deus dos deuses, amava-nos como nunca.
Sentada sobre mim e penetrada pelo meu membro viril, Ziza estava tão leve como uma pluma em uma noite perfeita.
Praticávamos a magia sexual mais gostosa que já fiz e esse prazer durou cerca de quarenta e cinco minutos (45), até que duas lindas borboletas pousam sobre as nossas cabeças. E em seguida, nos realizamos juntos com a energia eletromagnética.
Parece que as borboletas vieram para canalizar a força das nossas energias, levando-as ao além de nossos corpos, para selar no astral a possibilidade das nossas compreensões místicas, do nosso íntimo, desde épocas remotas do passado, presente e futuro, no auge do “agora eterno”.

Elas voaram e as águas foram se abaixando lentamente.
Nesse exato momento Ziza me dizia que queria provar e beber do meu fogo. Queria ser dona do meu leite, da minha força.
Saindo do lago, nos aproximamos de uma pedra grande que havia do lado com nove incensos acesos que cintilava, produzia e trazia um agradável cheiro através da sua fumaça azul.

Pediu-me que sentasse sobre ela, foi tocando em meu membro que já estava magicamente em posição ereta, mediante a realização transformadora e foi me acariciando novamente deixando-o com mais força e vigor.
Tocava-o com muita vontade e desejo, me pedindo para trocar as energias usando a sua boca, porque queria beber do meu fogo, da minha energia, queria saber mais sobre mim. Dizia que engolindo do meu fogo, saberia dos meus mistérios, os quais guardam uma força incognoscível que muito lhe atrai.

Fez tão gostoso que não resisti a sua língua gostosa e quente e assim realizei a sua Thelema novamente e, voltando ao corpo, depois dessa deliciosa e inesquecível experiência, me concentrei na força da imaginação para plantar o novo na real existência do Ser.

Billy Seixas
 
 
 
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